Museu da Abolição

Nos inspiramos na arquitetura do espaço para a criação da logo com seus gradis e azulejos referenciando o Sankofa, peculiar ave africana. Da africanidade, buscamos a pluralidade cromática que, na sua mescla, revela as cores nacionais. Inserimos também uma separação silábica na palavra “Abolição” para retratar o rompimento das correntes escravocratas, transformando-a em outras duas: “ABO” (banho utilizado no candomblé) e “LIÇÃO” (aprendizado, ensinamento).

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